quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

2011. Mais um ano!





É verdade, mais um ano começa e mais um ano que vem acrescentar a distância, já notável, que nos separa dos idos anos e 1977 a 1979, que passámos em conjunto na laboriosa cidade de Águeda, tratando de acumular competências para a nossa realização profissional.
Dois anos em que acamaradámos intensamente, quer nos longos dias de aulas, quer nos serões, normalmente agradáveis e divertidos, mas sempre com o estudo tentando vencer o sono e o cansaço, quer, finalmente, nas semanais viagens de fim-de-semana, em que, frequentemente, os camarotes do comboio eram também tertúlias onde se debatiam os últimos testes, as respostas erradas ou incompletas, as «rasteiras» do mestre, ou, mesmo, as frequentes «brancas» que nos assaltavam na hora da verdade.
Foram, de facto, tempos marcantes para todos nós.
De então para cá, temos vivido das recordações – ou não fôssemos já nós (ou a maioria de nós)duma adiantada terceira idade! Uma idade, portanto, em que a saudade nos é, já, como pão para a boca.
Precisamos, por isso, de ir petiscando...
E para petiscarmos, nada melhor do que os almoços anuais de curso, que temos de aproveitar e que eu suponho terem sido descuidados nestes últimos anos. A camaradagem que nos caracterizou, e que removeu os escolhos que todos conhecemos, talvez precise de alguma atenção e algum carinho extras.
Tu, meu caro que me lês, figuras nas imagens juntas, do início da nossa saga conjunta, mas alguns, infelizmente, já nos faltam. Já nos fazem falta.
O Eufémio, o camarada do Curso C que este ano organizará o almoço, anda a preparar as coisas. Quando ele te chamar a comparecer, não o desiludas. Dá-nos a alegria da tua presença.
Precisamos de avivar a antiga chama do 1.º Curso do ISM.
Eu lá estarei, se Deus quiser.


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Almoço Comemorativo dos ex-alunos do ISM


Caros amigos e camaradas do ISM,
Graças ao esforço, dedicação e entusiasmo, tem-se vindo a evocar, através de Almoços de Convívio, os dois anos que, intensamente, foram por nós vividos em Àgueda.
Cada ano que passa, o número vai-se reduzindo assustadoramente como se uma "Borracha" fosse passada pelas nossas mentes!....Uns porque cedo de mais deixaram definitivamente o nosso convívio, outros, certamente por razões diversas, creio que justificáveis, têm primado pela sua ausência. Aos primeiros..que Deus se compadeça de suas almas, aos segundos, permitam que lhes lance o repto: Passem a confraternizar com os os já habituès, tragam a família, os filhos, os netos para que possamos fazer aquela confraternização a que todos nós temos direito.
Aproveito a oportunidade do Blog para fazer este "desabafo" prestando a minha homenagem a quantos através dos anos têm levado a cabo a realização desta efeméride contrariando todas as dificuldades e incertezas.
Quero aqui também , em singela homenagem, lembrar o nosso comum amigo, Albertino Calamote, pela sua dinâmica e entusiasmo com que ano após ano vem incentivando novos camaradas no sentido de não deixarmos morrer a tradição.
Para ti caro Calamote, recebe o meu abraço de amizade e o meu apoio total para que continues a lutar pela coesão do Grupo.
José Caetano

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Almoço de 2010


De novo, e desta vez em Vila Nogueira de Azeitão, se realizou o habitual almoço de confraternização do 1.º Curso do ISM. Teve lugar no passado domingo, 23 de Maio, sob a responsabilidade do nosso camarada e amigo Duarte Nunes, da turma 1 do Curso A. O local foi perfeito – o antigo Convento de São Domingos – e o respasto, excepcional, digno dos frades dominicanos que ali viveram.
Com estas condições maravilhosas, com um esplendoroso dia de sol primaveril, a parte fraca esteve na afluência dos camaradas. Escuso-me de exaltar a especificidade que foi timbre do 1.º Curso, como me escuso de lembrar a camaradagem e o espirito de corpo que nos impulsionaram para as iniciativas que tivemos de levar a cabo, contra tudo e contra todos, quando, mal acabado o curso, nos deparámos com expectativas negativas de carreira.
Foi com esse pulsar de equipa, com essa união de esforços, que vencemos. É um facto que entretanto envelhecemos, mas não esquecemos os momentos ímpares, não só daqueles sofridos dois anos, como também das deliciosas confraternizações que anualmente vimos fazendo.
Na sua comunicação de boas-vindas, Duarte Nunes, expressou, em palavras magoadas, a sua tristeza pela pouca aderência verificada, salientando que alguns camaradas lhe tinham comunicado a sua indisponibilidade, invocando motivações diversas, mas sublinhando que o seu desgosto era ainda maior ao constatar que muitos deles ignoraram a correspondência, que lhes fora enviada, sem uma palavra sequer. Perante isto, Duarte Nunes pôs ainda à reflexão se deve continuar-se com a convocatória generalizada a todo o curso, ou se devem as confraternizações passar a fazer-se, através de contactos informais, pelos que comparecem habitualmente.
Evidentemente, é desanimador organizar um evento destes, com prazer e vontade de agradar, e, depois, gorar expectativas. Esperemos que as coisas melhorem, e o pessoal faça um esforço suplementar. É que já não nos restam muitos anos para fazer destes esforços suplementares!...
Antes da retirada, e como é hábito, procedeu-se à eleição do próximo organizador, que será o nosso camarada e amigo Eufémio, do Curso C.
Oxalá o seu discurso de boas-vindas possa ser mais animador e radiante.






terça-feira, 7 de abril de 2009

sábado, 7 de março de 2009

Mocho, símbolo do saber


Já é grande a minha saudade,
Ó mocho, símbolo do saber,
Do tempo que estive a aprender
Em Águeda, bela cidade.
Agora, que não és mais dela
E me reluzes na lapela,
Já é grande a minha saudade.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Almoço do 1.º Curso do ISM para 2009


Pois é, já não almoçamos desde Maio. O Coelho tratou bem a gente, mas a vaguemestria passou agora para o Ribeiro e para o Capitão, que nos convocarão, quando vier a Primavera, lá para as bandas da Figueira da Foz, onde, ao que consta, também se come muito bem.
E a «rapaziada», para essas missões, ainda está no activo!

sábado, 11 de outubro de 2008

Símbolos



Os homens, como as nações, têm os seus símbolos, que são como que o corolário da necessidade que temos de condensar momentos e valores marcantes numa simples ideia, forte e duradoura, que passe para além do tempo e das limitações da memória humana, individual e colectiva.
Os símbolos, como os homens e as nações, têm vários tamanhos – simbólicos, evidentemente –, quer para as nações, quer para os homens.